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Brazil overtakes UK as sixth-largest economy

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Published on: 04/01/2012

The Guardian, Article history

UK relegated to seventh place in world league of leading economies in 2011, according to team of economists.

has overtaken the UK to become the world’s sixth-largest economy, according to a team of economists. The banking crash of 2008 and the subsequent recession has relegated the UK to seventh place in 2011, behind South America’s largest economy, which has boomed on the back of exports to China and the far east.

Russia and India are expected to benefit from a surge in growth over the next 10 years and push the UK into eighth place. Like most economies, India is struggling with high inflation and slowing growth, but its highly educated workforce and skills in growth areas from IT and services to engineering will push the economy into fifth place. After a decade of selling oil and gas to Europe and other parts of Asia, Russia will be at number four.

The only compensation for ministers concerned by Britain’s relative fall is that France will fall at a faster pace. Nicolas Sarkozy can still boast that France is the fifth-largest economy behind the US at number one, China, Japan and Germany, but by 2020, the Centre for Economics and business Research (CEBR) forecasts it will fall past the UK into ninth spot. Germany will also slip to seventh place in 2020.

CEBR chief executive Douglas McWilliams said: “Brazil has beaten the European countries at soccer for a long time, but beating them at economics is a new phenomenon. Our world economic league table shows how the economic map is changing, with Asian countries and commodity-producing economies climbing up the league while we in Europe fall back.”

Europe is expected to suffer a “lost decade” of low growth following a credit binge over the past 20 years. Paying back debts over a short timescale will restrict growth and prevent many countries, including the UK, from clawing back output lost in the banking crash for many years.

The European Union, recently described by one Chinese official as “a worn-out welfare society”, will remain the world’s largest collective trading bloc, though a recession next year is expected to hit global growth. The latest forecasts by the CEBR show world growth falling to 2.5% in 2012, a downward revision from the forecast made in September.

However, the CEBR warned a scenario involving “one or more countries leaving the euro, sovereign defaults and banks going bust and needing to be bailed out” would reduce global growth in 2012 to 1.1%. The European growth slowdown is forecast to be even more marked, with a fall in GDP by 0.6% and a possible fall of 2% if the euro currency club breaks up. The US forecast is better, with growth of 1.8%.Emerging economies, which have seen their stock markets dive in recent months as investors assess the fallout from the euro crisis, would regain their momentum, said the CEBR.

China is forecast to grow by 7.6% and India by 6%. But other recent star economies with closer links to the EU or commodity prices are likely to face an economic slowdown with Turkish growth slowing to 2.5% from 7.1% this year, Saudi Arabia at 4% after 6.1% this year, Russia 2.8% after 3.8% this year, and Brazil 2.5% after 2.8% this year.

“ARTIGO DIGNO DE NOTA: CONSIDERO UM PRESENTE DE NATAL PARA TODOS NÓS NO ANO DE 2011. AO CONTRÁRIO DA VISÃO PESSIMISTA DAQUELES QUE ANALISAM QUE A EUROPA ENCOLHEU, PORISSO OS ULTRAPASSAMOS, OU AINDA QUE TRATA-SE APENAS DE UM VALOR ABSOLUTO DO PIB E NÃO DE QUALIDADE DE VIDA, QUERO COMEMORAR MUITO E FAZER O POSSÍVEL PARA QUE ALCANCEMOS O QUINTO LUGAR, ULTRAPASSANDO A FRANÇA OPORTUNAMENTE. TEMOS TALENTO, RIQUEZAS NATURAIS ABUNDANTES, UM POVO AMIGÁVEL E CRIATIVO E PROBLEMAS COMO TODOS OS OUTROS (MENORES TALVEZ QUE OS DA CHINA E INDIA, NOSSOS PRINCIPAIS CONCORRENTES). POR QUE NÃO SONHAR ? HÁ 10 ANOS ATRÁS, JOHN MOUBRAY DISSE A MIM E A KLEBER SIQUEIRA, EM UMA MESA EM UM KARAOKÊ NO ESPIRITO SANTO: “GUYS, YOU´LL BECOME THE FIFTH ECONOMY OF THE WORLD IN FIFTEEN YEARS, THAT´S WHY I AM HERE NOW !”. CONFESSO QUE A PRINCIPIO NAO ACREDITEI, HOJE ACREDITO, COMEMORO E VIVO ESSA PREVISÃO. BOM ANO NOVO A TODOS!!! – DENIS MORTELARI – SQL BRASIL

Kassab defende implosão parcial de prédio e diz que crítica é leviana

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Published on: 04/01/2012

O prefeito Gilberto Kassab (PSD) defendeu na manhã desta terça-feira a implosão feita no prédio localizado próximo à favela do Moinho, no centro de São Paulo. Segundo ele, a intenção da prefeitura nunca foi a demolição completa do imóvel, que permaneceu em pé após o trabalho de implosão realizado na domingo.

“O objetivo não era apenas implodir esse prédio, porque pra implosão dele tanto fazia para a prefeitura fazer em uma semana, três semanas, um mês. O objetivo era o estabelecimento da circulação dos trens e para isso tínhamos que acabar com o risco de o imóvel tombar para as linhas.”

“As críticas [por ele ter permanecido em pé após a demolição] são levianas e irresponsáveis. Não era preciso fazer uma grande implosão porque isso poderia danificar as próprias linhas além de causar risco maior às famílias. A empresa contratada, portanto, agiu com competência e cautela, procurando implodir o mínimo possível e liberar a linha o mais rápido possível”, completou Kassab.

A demolição custou cerca de R$ 3,5 milhões à prefeitura. A previsão é de que em 15 dias o prédio esteja completamente demolido e em 90, todos os escombros já tenham sido removidos.

O incêndio na favela causou a morte de duas pessoas e deixou três feridas.

“SERIA ESTE O CASO DE UMA FALHA TOTAL OU PARCIAL ?” DENIS MORTELARI – SQL BRASIL

Vazamento de petróleo na Bacia de Campos ainda não foi controlado – Rio de Janeiro

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Published on: 04/01/2012

EXAME 14/12/2011 – São Paulo – O superintendente de Meio Ambiente da Chevron, Luiz Alberto Pimenta, afirmou que a empresa ainda não conseguiu conter o vazamento de óleo na Bacia de Campos, que teve início em novembro. A informação foi confirmada na última segunda-feira.

A Agência Nacional de Petróleo (ANP) já havia informado, na semana passada, que a Chevron não havia provado se o tampão de cimento colocado no poço em Campo de Frade realmente foi eficaz para a contenção do vazamento.

De acordo com a ANP, a Chevron também não entregou todas as imagens submarinas do vazamento que foram solicitadas.

Mas, foi nesta semana, durante uma audiência pública na Câmara Municipal de Macaé, no Rio de Janeiro, que a empresa admitiu que ainda há óleo residual vazando. De acordo com o representante, o vazamento não só continua, como não há previsão para controlá-lo. Além disso, existe a possibilidade do óleo chegar às praias.

“As quantidades estão se mostrando cada vez menores na observação que é feita no fundo do mar. A expectativa é que haja um controle total da questão em algum tempo, no futuro. Não sei precisar (o tempo) porque essa quantidade ainda está em avaliação para saber exatamente como o óleo chegou à superfície”, afirmou Pimenta.

Ele ainda afirmou que o acidente ocorreu a 1.182 metros de profundidade, e foram despejados no mar 2.400 barris, o equivalente a 382 mil litros de óleo. O número é bem diferente do apontado pelo governo do RJ, que acredita que tenham vazado pelo menos 15 mil barris. Por isso, a Procuradoria Geral do Estado abriu uma ação civil pública contra a Chevron.

As divulgações da Chevron também são contestadas pelo Ibama, por isso durante a sessão o presidente da Câmara, Paulo Antunes, pediu ao representante que repetisse os números divulgados pela companhia. Na ocasião, Pimenta deu explicações vagas. “Algumas fissuras foram identificadas, a maior delas de 257 metros, mas com uma largura de poucos centímetros”.

O representante da empresa negou, durante a audiência, que a intenção da petrolífera norte-americana seria atingir o pré-sal. Além da ANP discutir esta possibilidade, a Polícia Federal investiga se houve esta tentativa e por isso a perfuração foi além do limite.

“ESSA RECORRÊNCIA NAO PODERIA TER SIDO EVITADA, JÁ QUE A FALHA SE ASSEMELHA EM MUITO AO GOLFO DO MEXICO ? UMA BOA ANÁLISE DE FALHA, REATIVAMENTE AO GOLFO DO MÉXICO NÃO PODERIA TER EVITADO ESTA ULTIMA ? PARECE QUE A VELHA FALHA HUMANA, TÉCNICA OU MESMO DE GESTÃO, SE FAZ PRESENTE NESTE EPISÓDIO TAMBÉM.” DENIS MORTELARI – SQL BRASIL

Lançamento do livro “O RCM na quarta geração da Manutenção de Ativos” na EXPOMAN em setembro ulttimo, em Curitiba.

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Published on: 04/01/2012

A SQL Brasil fez durante a sua participação na 26o EXPOMAN, da ABRAMAN -  Associação Brasileira de Manutenção, em setembro de 2011 em Curitiba, o livro “O RCM na quarta geração da Manutenção de Ativos”.

Com co-autoria de Denis Mortelari, Kleber Siqueira e Nei Pizzati, Practioners RCM brasileiros formados por John Moubray, o livro têm por objetivo apresentar a quarta geração da manutenção e o RCM como metodologia essencial para a Gestão dos Ativos neste contexto. Apresenta tambem a Gestão de Riscos e a Confiabilidade Humana, como importantes aliados para o alcance da tão necessária competitividade da industria Brasileira nos dias atuais, no cenário Mundial. A SQL agradece a todos a acolhida e aceitação de seu trabalho.

Lançamento do livro “O RCM na quarta geração da Manutenção de Ativos” em setembro, na EXPOMAN em Curitiba.

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Published on: 28/08/2011

A SQL Brasil lançará durante a sua participação na 26o EXPOMAN, da ABRAMAN – Associação Brasileira de Manutenção, em setembro próximo em Curitiba, o livro “O RCM na quarta geração da Manutenção de Ativos”.

Com co-autoria de Denis Mortelari, Kleber Siqueira e Nei Pizzati, Practioners RCM brasileiros formados por John Moubray, o livro têm por objetivo apresentar a quarta geração da manutenção e o RCM como metodologia essencial para a Gestão dos Ativos neste contexto. Apresentará tambem a Gestão de Riscos e a Confiabilidade Humana, como importantes aliados para o alcance da tão necessária competitividade da industria Brasileira nos dias atuais, no cenário Mundial.

NR 12 – v. 2010, torna obrigatório o uso do plano de manutenção do fabricante.

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Published on: 02/07/2011

Manutenção, inspeção, preparação, ajustes e reparos.

12.111. As máquinas e equipamentos devem ser submetidos à manutenção preventiva e corretiva, na forma e periodicidade determinada pelo fabricante, conforme as normas técnicas oficiais nacionais vigentes e, na falta destas, as normas técnicas internacionais.

Comentário: Isso quer dizer na prática que o plano de manutenção nao pode ser reduzido à luz de um estudo RCM ? Como ficam os custos e a competitividade então ?

Denis Mortelari – SQL Brasil

Uma reflexão sobre RCM

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Published on: 02/07/2011

O entendimento correto do RCM passa pela mudança na forma de pensar manutenção de ativos e isso leva tempo. Quando iniciamos neste processo de aprendizado, há quase 15 anos atrás o proprio John Moubray nos deu este alerta. O RCM é uma metodologia que nasceu para a aviação, para aviões, ou seja equipamentos complexos e com risco elevado em sua operação. Desta forma não é uma filosofia que deve ser implementada em todos os equipamentos como outras ferramentas, mas sim, pontuamente, naqueles ítems que são vitais para a Organização. Um outro ponto importante a destacar; trata-se de uma metodologia que nasceu focando: meio ambiente, segurança, qualidade e principalmente custo-efetivo, isso na decada de 60. Aí, sem duvida, falta a maturidade para muitas de nossas empresa ainda nos dias de hoje, que julgam ser apenas a disponibilidade de maquina a principal meta a ser perseguida e alcançada pela Manutenção. Disponibilidade 100% custa quanto ? Será que é necessária ? a partir destas reflexoes os conceitos começam a mudar. Hoje, com a necessidade de se reduzir custos para ser competitivos ( ou mesmo sobreviver ), sem duvida a confiabilidade nos ativos é uma ótima saida. Afinal, nossos principais competidores não estão ai para brincar ( China e India ) e a chegada dos carros chineses parece que “acordou” alguns. Finalizando, deixo com voces uma frase celebre de John Moubray: ” Nao basta executar certo as tarefas de manutenção (eficiencia), é preciso executar certo as tarefas certas !” (eficacia – confiabilidade). E ainda acrescento à frase dele: Executar certo as tarefas certas, e somente elas !!! (custo – competitividade – sobrevivencia). Cortar a manutenção desnecessária e ainda aumentar a confiabilidade ??? Isso é o que queremos…e precisamos !!!!.
Denis Mortelari – SQL Brasil

Concessionária aponta “falha operacional” para justificar apagão no metrô do Rio

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Published on: 23/06/2011

UOL Notícias – 22/06/2011 – 19h28

“O MetrôRio, concessionária responsável pelo sistema metroviário no Rio de Janeiro, afirmou nesta quarta-feira (22) que a queda de luz que interrompeu a circulação dos trens por cerca de uma hora, no dia anterior, ocorreu em razão de uma falha operacional no sistema de energia que alimenta o centro de controle de tráfego. A Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes (Agetransp) está investigando o caso.

De acordo com a concessionária, a oscilação no fornecimento de energia surgiu da rede externa, porém o sistema de “nobreak” da empresa não foi capaz de absorver a demanda. Com isso, o MetrôRio foi obrigado a interromper a energia dos trilhos, o que levou aos procedimentos de segurança para a retirada de passageiros dos trens, alega a empresa. Os usuários tiveram que caminhar pela lateral dos trilhos.

Durante a queda de luz, foram deslocados cerca de 297 agentes de segurança para as estações. Os ramais que apresentaram o maior número de ocorrências foram os de Botafogo, na zona sul, e do Largo da Carioca, no centro. Neste último, bombeiros chegaram a se dirigir para o local a fim de prestar atendimento às pessoas que se sentiram mal, principalmente idosos. O MetrôRio informou também que quase 13 mil passageiros receberam o dinheiro de volta.

A interrupção começou por volta das 15h10 de ontem e afetou o transporte nas linhas 1 e 2, fechando todas as estações. Muitos trens tiveram suas viagens interrompidas dentro dos túneis subterrâneos. Segundo a concessionária, foi usado um plano de evacuação de emergência, sob orientação de equipe treinada. Os usuários foram obrigados a andar ao lado dos trilhos, em fila, até chegar à estação mais próxima.

Alguns usuários relataram que foram obrigados a forçar a abertura das portas e muitos precisaram caminhar utilizando a luz do display do celular para evitar acidentes.”

COMENTÁRIO: O que seria exatamente uma “falha operacional” ?
Não ficou claro (e talvez nunca ficará) se alguem operou de forma inadequada o sistema ou se o mesmo realmente falhou. O fato é que o sistema principal de alimentação falhou, e o sistema de proteção “nobreak” não resolveu o problema: FALHA MÚLTIPLA !!
A consequencia poderia ter sido pior, imaginem se ocorre em São Paulo, em horário de pico. Pode ocorrer ??
Ainda bem que hoje os celulares servem como lanternas; imaginem…um trem lotado, parado em um túnel, e você descendo em situação de emergência e trafegando pelos trilhos…no escuro. Benditos celulares, bendita função secundária: lanterna !!!!
Denis Mortelari – SQL Brasil Ltda – Diretor

Um ano após vazamento, Obama promete restaurar Golfo do México. Acidente matou 11 pessoas e derramou cinco milhões de barris de petróleo.

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Published on: 21/04/2011
G1 Globo – 20/04/2011
O presidente dos EUA, Barack Obama, prometeu nesta quarta-feira (10) fazer “o que for necessário” para restaurar a costa do Golfo de México, um ano depois do grande desastre ambiental do vazamento provocado pela British Petroleum.
“Os acontecimentos de 20 de abril de 2010 e o subsequente vazamento de petróleo destacam o delicado vínculo entre a saúde do meio ambiente e da economia do Golfo do México”, afirma Obama em um comunicado.
“Meu governo está comprometido para fazer o que for necessário para proteger e restaurar a costa do Golfo”, completa.
No dia 20 de abril do ano passado, uma explosão destruiu a plataforma Deepwater Horizon, explorada pela britânica BP, provocou a morte de 11 pessoas e derramou cinco milhões de barris de petróleo nas águas do Golfo do México.
O petróleo se espalhou no mar durante três meses, antes que o poço danificado pudesse ser selado, e o derramamento teve um efeito devastador nos moradores da costa do golfo, no ecossistema e nas vitais indústrias do turismo e da pesca.
Obama prometeu “responsabilizar totalmente a BP e outras partes responsáveis pelo dano feito e pelas dolorosas perdas causadas”.
Mas seus comentários enfatizaram os contínuos esforços de recuperação, ao afirmar que ainda são realizados trabalhos de limpeza.
“Desde o início, meu governo utilizou todos os recursos disponíveis para resistir e dar a maior resposta a um derramamento de petróleo na história de nossa nação”, acrescentou.
“No ponto mais alto da resposta, aproximadamente 48 mil homens e mulheres trabalharam incansavelmente para mitigar os piores impactos do derramamento. Apesar de ter conquistado avanços significativos, o trabalho não está finalizado”, indicou.
A maré negra foi 19 vezes maior que a causada em 1989 pela Exxon Valdez, e é superada apenas por um derramamento ocorrido em 1910 na Califórnia e pelos vazamentos deliberados realizados pelas tropas iraquianas na Guerra do Golfo de 1991.
A BP teve perdas relacionadas ao derramamento de US$ 40,9 bilhões em 2010, incluindo os US$ 13,6 bilhões utilizados para a resposta inicial ao desastre.
Além disso, estabeleceu um fundo de US$ 20 bilhões para cobrir os pedidos de indenizações de pescadores e outros afetados pelo derramamento, embora em seu informe anual a BP tenha afirmado que não pode estimar o que eventualmente terá que pagar nesta questão.
A petroleira britânica também enfrenta o pagamento de multas aplicadas pelo governo americano e será responsável por reparar os danos ambientais.
COMENTARIO: Temos aprendido que o importante da falha é a sua consequencia, e que se não podemos eliminiar a falha, pelo menos temos que reduzir ou ao menos conhecer precisamente o risco das sua consequencias. Um da maiores petroleiras do mundo, a petrolífera britânica British Petroleum (BP) anunciou perdas financeiras de US$ 17 bilhões no segundo trimestre deste ano nesta terça-feira (27), um dos maiores prejuízos da história corporativa do Reino Unido. A companhia atribuiu em boa parte aos US$ 32,2 bilhões em custos para enfrentar a limpeza e contenção do vazamento de óleo no Golfo do México.
O montante inclui uma reserva já anunciada de US$ 20 bilhões para cobrir os pagamentos com indenizações. É a primeira vez em 18 anos que a BP vai para o vermelho. A empresa perdeu em torno de 40% de sua capitalização de mercado desde o incidente, que começou com a explosão da plataforma Deepwater Horizon na costa da Louisiana. Certamente a BP nunca mais será a mesma depois deste acidente…e talvez o golgfo fo Mexico também não.
Denis Mortelari – SQL Brasil – Diretor

Controladores de voo dos EUA são demitidos por dormir em serviço

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Published on: 21/04/2011

BBC Brasil – 21/04/2011 – 12h23
A agência federal de aviação dos Estados Unidos (FAA, sigla em inglês) demitiu dois controladores de tráfego acusados de dormir durante o trabalho, colocando voos comerciais em risco no sul do país.

Os dois funcionários – um sediado em Miami (Estado da Flórida) e outro, em Knoxville (Tennessee) – estavam entre vários outros que já haviam sido suspensos por terem cochilado durante o trabalho.

Na última segunda-feira, uma aeronave levando a primeira-dama americana, Michelle Obama, teve de abortar um pouso próximo à capital americana, Washington, por ter se aproximado demais de um avião cargueiro militar, aparentemente devido a um erro do controlador.

Depois disso, a FAA determinou que aviões levando a primeira-dama passarão pelo mesmo tipo de controle de aviões que levem o presidente – ou seja, eles serão monitorados não por controladores de tráfego aéreo e sim por supervisores de tráfego.

O secretário de Transportes dos Estados Unidos, Ray LaHood, disse, em entrevista à TV pública PBS, que o funcionário demitido em Knoxville foi descoberto dormindo por cinco horas durante seu turno de trabalho no dia 19 de fevereiro.

“(O controlador) na verdade fez uma cama em sua torre de controle, levou um travesseiro, levou cobertores”, afirmou o secretário. “Nós não vamos ficar sentados e deixar este tipo de comportamento ocorrer em torres de controle.”

Os problemas no controle do tráfego aéreo nos Estados Unidos ganharam destaque em março, quando dois aviões foram obrigados a pousar no Aeroporto Reagan, que serve Washington, sem ajuda da torre de controle.

Problemas envolvendo controladores de voo que dormem durante o trabalho também foram relatados em Seattle (Estado de Washington, noroeste do país) e no Estado de Nevada.

No último dia 14, a demissão de Hank Krakowski, diretor da Organização de Tráfego Aéreo, foi confirmada pelo chefe da FAA, Randy Babbitt, que também pediu uma “revisão de cima a baixo” do sistema de controle aéreo americano.

O Conselho Nacional de Segurança em Transportes (NTSB, sigla em inglês), que é um órgão independente, já está apurando casos de erros e fadiga dos controladores de voo. Na última quarta-feira, a NTSB disse que também examinaria o caso do avião de Michelle Obama.

COMENTÁRIO: Cada vez mais entendemos a importância da participação do elemento humano nos processos e assumimos que ele tambem pode falhar. Este tipo de ocorrencia está presente, certamente em todo o mundo, e é preciso entender a importancia desta função, assim como outras, cujas falhas podem deflagrar tragédias. É sabido que no transito, 90 % das falhas são causadas por falhas humanas. Quanto será este número na industria ? E na industria brasileira especificamente ? Certamente existe um bom espaço para a pesquisa e a prática da Confiabilidade Humana nos nossos trabalhos. E consequentemente, devem haver perdas incalculáveis relacionadas. Esse é um caminho para melhorarmos nossa capacidade competitiva, não tenho duvida.

Denis Mortelari – SQL Brasil – Diretor

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